Movimentação Singular

Um sistema artístico-pedagógico para a criação artística

O que é Movimentação Singular

O que é Movimentação Singular

A Movimentação Singular é uma pesquisa prática desenvolvida por Renata Versiani, que investiga o movimento corporal autoral. O sistema foca na sensibilização, percepção e apropriação do movimento como ferramenta para a construção da expressividade do artista e para a comunicação clara e assertiva de sua obra.

A Movimentação Singular nasce do desejo de instrumentalizar o artista para a promoção de uma conexão efetiva com o público, buscando a construção de uma "empatia cinestésica" — onde o movimento serve como elo entre a intenção do artista e a percepção do espectador.

Estruturada como um sistema de investigação, a pesquisa valoriza a subjetividade e a potencialização da presença cênica. Ela opera em duas fases principais:

Texturas de Movimento: A investigação da "pré-individualidade" através das camadas Osso, Músculo e Pele.

Ativação dos Sentidos: O processo de "individuação" e a ressignificação de memórias através da Visão, Audição, Tato, Olfato e Paladar.

Dialogando com referenciais como o Sistema Laban/Bartenieff, o Body-Mind Centering® e a filosofia de autores como Gilbert Simondon e José Gil, a Movimentação Singular propõe que o corpo é nossa única propriedade privada real, o lugar onde habitam as singularidades e o caminho para a construção do conhecimento.

É possível sim manter a individualidade dentro do todo, onde todos evoluem: coletivo e o indivíduo.

Renata Versiani

A singularidade do movimento é a ponte entre o indivíduo e o coletivo, criando diálogos que vão além das palavras.

Renata Versiani

Observando ao longo do tempo os vários coletivos construídos nessas aulas, foi possível perceber como é possível o ser humano ser empático, amoroso e respeitoso, e com isso extremamente criativo, singular e comunicativo.

Renata Versiani

Movimentar-se de forma singular é abraçar a própria história, transformando vivências em arte.

Renata Versiani

Singular - o Corpo

Singular - o Corpo

De forma prática, poética e potente, a pesquisa propõe o Corpo como o locus do Singular. Assumimos aqui que o corpo é a nossa única propriedade privada real: o território inalienável onde a vida acontece, se inscreve e se expressa.

A Dualidade do Ser

Este é o local onde habita a pré-individualidade (o singular da espécie, a biologia que nos une e nos estrutura) e, ao mesmo tempo, o espaço onde ocorre a individuação (o singular do sujeito). É no atrito entre a herança biológica e a vivência pessoal que a singularidade se revela.

Arquivo e Repertório

Dialogando com Diana Taylor, entendemos o corpo como um arquivo vivo. Ele não apenas guarda memórias passivas, mas as transforma em repertório através do movimento. O sujeito constrói sua identidade e textualidade corpórea reencenando e ressignificando suas memórias e experiências no agora.

Texturas

Texturas

O conceito de texturas do movimento é entendido como qualidades de mover a partir de camadas específicas e pertencentes à nossa espécie. São elas: Osso, Músculo e Pele, que servirão de suporte para a segunda fase da Movimentação Singular.

Cada textura de movimento terá objetivos específicos a serem investigados, cooperando tanto para a comunicação corporal e cênica quanto para os desejos particulares dos artistas/alunos na construção de sua subjetividade e autonomia. Além disso, cada textura é trabalhada na prática a partir de um conjunto de parâmetros que indicam o “como” e o “a partir de quê” aquele artista irá mover e gerar estado de presença. Esses parâmetros são estimulados nessa fase por meio de comandos construídos a partir de verbos de ação específicos, responsáveis pela criação das qualidades de cada uma das “texturas de movimento”.

Osso

"O Osso não tem drama!"
Trabalha a estrutura, as alavancas e o equilíbrio. É a camada que nos iguala e esvazia os códigos sociais.

Explorar textura

Músculo

"Músculo é um gerúndio!"
É a ação contínua, o volume, a carne e o drama. Responsável pela força motriz, adaptação e liderança.

Explorar textura

Pele

"Pele é terapia!"
O limite entre o eu e o mundo. Explora o "corpo paradoxal", a porosidade, a troca e a delicadeza do contorno.

Explorar textura

Osso

Osso

O osso é a camada profunda e estrutural do corpo, representando a base que nos iguala como seres humanos, independentemente de gênero, política, religião ou outras identidades. Na perspectiva da Movimentação Singular, a visão do esqueleto vai além de sua função estática, sendo transformada em um elemento dinâmico e essencial para o movimento.

Essa textura convida o indivíduo a explorar o osso como um pilar de sustentação, permitindo que o corpo se expresse através de imagens geométricas, cavidades, alavancas e pontos de apoio. É na interação com o esqueleto que se torna possível enfrentar quedas e alcançar recuperações com leveza, sem carregar o drama, promovendo uma sensação de libertação.

Ao conectar-se com essa estrutura densa e profunda, o indivíduo descobre no osso não apenas um suporte físico, mas também uma base para experimentar o movimento de maneira livre, estável e plena.

Músculo

Músculo

O músculo é o motor da força motriz e da adaptabilidade, sendo responsável por construir a presença corporal e fortalecer a relação dinâmica com o ambiente e outros corpos. Na perspectiva da Movimentação Singular, o foco está no “gordo”, as partes macias e carnudas do corpo, que desempenham papéis cruciais como amortecedores, estruturas de acomodação e pontos de adaptação com o externo e com o outro.

Esses músculos são os grandes ativadores e líderes do movimento, estimulando a locomoção e promovendo o controle da chamada “deformação expressionista”. Eles são responsáveis por dar “carne” ao estado de presença, tornando o movimento não apenas funcional, mas também rico em expressão e interação.

Ao explorar essa textura, a Movimentação Singular possibilita um corpo em constante transformação, capaz de se moldar às exigências do ambiente e, ao mesmo tempo, afirmar sua singularidade no fluxo do movimento.

Pele

Pele

A pele é a camada que conecta o indivíduo ao mundo externo, sendo a linha que delimita o "dentro" e o "fora" do ser. Na perspectiva da Movimentação Singular, ela desempenha um papel fundamental ao atuar como um veículo de percepção sensorial, abrindo canais de comunicação entre o corpo e o ambiente ao redor. É por meio da pele que interagimos com o ar, os fluidos e as infinitas texturas do mundo, em um diálogo constante que enriquece a experiência corporal.

Essa camada é explorada na pesquisa como um portal para o estado de presença. A pele não apenas desenha o contorno físico do corpo, mas também o contorno emocional e energético do momento presente. Ao desfrutar o prazer do toque, da percepção e da interação com o espaço, ela convida o indivíduo a vivenciar o movimento de maneira sensorial e envolvente.

A pele busca a delicadeza, a troca e o prazer de sentir com leveza e calma.

Ativação dos Cinco Sentidos

Ativação dos Cinco Sentidos

Na Movimentação Singular, a Singularidade é compreendida sob duas óticas complementares. Primeiramente, a pré-individualidade (o singular da espécie), acessada através das Texturas de Movimento (Osso, Músculo, Pele), onde revisitamos o biológico comum a todos. Em segundo lugar, o processo de individuação, onde o sujeito constrói sua identidade e linguagem autoral através de suas memórias e experiências.

A segunda fase da pesquisa foca na Ativação dos Sentidos como porta de acesso a essas memórias e para contrução de repertório expressivo, único e auto-biográfico. Trabalhamos os cinco sentidos em uma ordem específica para potencializar a percepção:

  • Visão: Entrega, confiança e reflexo.
  • Audição: Ampliação da escuta sutil vs. paralisia.
  • Tato: Investigação profunda de sensações táteis.
  • Olfato: Intuição, campo imagético e memória.
  • Paladar: O sentido completo; investigação interna.

O corpo torna-se, assim, um "arquivo-repertório" (Diana Taylor), onde memórias são ressignificadas e transformadas em material artístico autêntico.

... se a consciência de si é a expressão do social e não do individuo, a pergunta se torna inevitável: qual o material que temos a mão para elaborar uma ética de si, individual, singular, que seja expressão do único?

Tony Hara

Contemporâneo é aquele que mantém fixo o olhar no seu tempo, para nele perceber não as luzes, mas o escuro. Todos os tempos são, para quem deles experimenta a contemporaneidade, obscuros. Contemporâneo é, justamente, aquele que sabe ver essa obscuridade, que é capaz de escrever mergulhando a pena nas trevas do presente.

Giorgio Agamben

A dança não exprime o sentido, ela é o sentido (porque é o movimento do sentido).

José Gil

Coletivo.Singular

Coletivo.Singular

O Coletivo.Singular é um Núcleo de Pesquisa na Faculdade Angel Vianna e desenvolve o estudo teórico-prático do movimento autoral como uma forma de expressão artística e de conexão com o ambiente. A investigação parte da ideia central de que o movimento não é apenas uma habilidade funcional, mas uma linguagem única que reflete as experiências, emoções e intenções do indivíduo. Combinando abordagens acadêmicas e experiências sensoriais, o grupo busca aprofundar o entendimento sobre como corpo e mente interagem na criação de uma presença autêntica e significativa no espaço.

As pesquisas são estruturadas em torno das texturas corporais – Pele, Osso e Músculo – que servem como âncoras para explorar diferentes dimensões do movimento. Cada textura é entendida como um portal para novas descobertas: da delicadeza sensorial da pele à força motriz do músculo, passando pela fluidez e os ritmos internos do corpo. Essa abordagem integrada permite que artistas, terapeutas e educadores do movimento desenvolvam uma conexão mais profunda com suas práticas, promovendo a singularidade do corpo como um espaço criativo e transformador.

Além do trabalho investigativo, o grupo organiza apresentações, oficinas e performances que demonstram a aplicabilidade da pesquisa em artes cênicas, terapias corporais e educação do movimento. Através de suas atividades, o grupo contribui para o avanço das discussões sobre movimento autoral, sensorialidade e expressividade, ampliando sua relevância no campo das artes e seu impacto na sociedade. Este é um espaço onde a pesquisa acadêmica se encontra com a prática artística, criando uma ponte inovadora entre teoria e experiência.

Fotos por Ernesto Baldan

Equipe de Pesquisa

O Coletivo.Singular é formado por profissionais comprometidos com a pesquisa, o desenvolvimento e a prática artística que exploram o corpo como uma linguagem única e autêntica. Cada integrante traz sua experiência e sensibilidade para investigar o movimento autoral, promovendo a expressividade individual e ampliando os horizontes da dança contemporânea.

O grupo atua com uma abordagem artística e pedagógica que conecta vivências internas, comunicação corporal e o ambiente ao redor. Nossa missão é inspirar e capacitar indivíduos a descobrir e apropriar-se de sua sensorialidade, criando uma forma única de expressão, enquanto promovemos um espaço de criação, reflexão e conexão dentro de um coletivo.

Conheça os integrantes que tornam essa jornada possível!

Pesquisadores

Renata Versiani
Caio Picarelli
Claudia Gama

Assistentes de Pesquisa

Alice Alves

Alice Guaraná

Amanda Pontes

Camila Baltar

Carmen Zilveti

Giovanna Rossi

Jessica Braga

Maria Paula Ramalho

Matheus Pergolizzi

Tuda Gilla

Carol Bahia

Referências Bibliográficas

Referências Bibliográficas

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